Quem Somos
A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) tem como principais objetivos integrar e desenvolver a indústria de compósitos da região. Criada em 2011 pela Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO), a ALMACO conta com sedes regionais – a chilena já está operando – e administração central é no Brasil. A ABMACO foi fundada em 1981 e representa toda a cadeia produtiva dos compósitos ou plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV), material que conta com mais de 40.000 aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água e tubos a peças de aviões e foguetes. Com cerca de 300 associados, a ALMACO mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia de Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 733 milhões no primeiro trimestre, alta de 1,6% em comparação ao último trimestre de 2011. Frente a igual período do ano passado, o crescimento foi de 2,5%. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos.

Em termos de volume de matérias-primas consumidas, houve um recuo de 6,9%, totalizando 55.400 toneladas, mas um aumento de 18,3% se levado em conta o primeiro trimestre de 2011. "Os moldadores de compósitos viraram o ano com estoques elevados, daí porque esse descompasso entre faturamento e consumo", avalia Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

A demanda de matérias-primas, aliás, também foi afetada pelo crescimento dos processos automatizados, que apresentam índices de desperdício bem menores do que os manuais. Segundo o levantamento da Maxiquim, a participação da moldagem manual no Brasil caiu de 55% em 2010 para 51% no ano passado. "É uma tendência global e irreversível, sustentada basicamente por questões econômicas e ambientais", comenta.

A pesquisa prevê ainda um salto de 5,4% na receita do setor no segundo trimestre, chegando a R$ 773 milhões. No ano, a expectativa é de faturamento de R$ 3.189 bilhões, alta de 11,8% – em volume, 224.000 toneladas (+7,9%). "Os principais responsáveis por esse crescimento serão os setores agrícola e de transporte", detalha Lima.

Em 2011, a construção civil liderou o consumo brasileiro de compósitos, com 45% do total transformado, à frente de transporte (18%), corrosão (12%) e saneamento (7%). As aplicações em energia eólica – são empregados compósitos especiais, baseados em resinas epóxi – consumiram 44.700 toneladas e movimentaram R$ 625 milhões.

Resultantes da combinação entre resinas termofixas e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os materiais compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 40 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água e tubos a peças de barcos e aviões.







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